30.5.15

minha palavra

Minha palavra não tem limites: nem mesmo as regras da gramática me impedem de dizer as verdades que questiono. Não há juízo de valor no meu peito enluarado, não há teias de aranha nos meus braços estendidos. Minhas mãos sonharam, e meus corações também. Estas coisas que agora digo são feitas de sonho. Eu me escrevo como se me lesse, delicante, entre flores e ternuras. Sou o feitor absoluto das palavras que me criam e do modo como são lidas. Porém, e felizmente, as melhores leituras que de mim se fazem são as dos teus olhos excitados quando me (des) cobrem de espanto.

3 comentários:

Edson Marques disse...


No princípio era o Verbo.

http://mude.blogspot.com.br/2015/05/minha-palavra.html

Ainda é...

Tony Manna disse...

O Poeta falou e disse...

Tony Manna disse...
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