Este é um blog experimental — no mais amplo sentido que essa palavra possa ter. Aqui não defendo posições conservadoras.
Também não busco ser compreendido, nem pretendo apenas te agradar.
Eu quero, primordialmente, te fazer pensar.
Contra ou a favor ao que proponho — não importa.
Mas, pensar.
E não tenho culpa se além de loucura Deus me deu razão.
Mude:

Mude

5.4.08

O ciúme é uma coisa muito triste. Produto secundário de um coração inseguro — e que teme amar de verdade. Demonstração de um certo sentimento inexplicável de inferioridade latente. Deselegante ao extremo. E o que é pior: causa mais dor em quem o sente do que na vítima propriamente. O ciumento não é necessariamente um maldoso, mas é sempre um sofredor. Suspeita de tudo e de todos. Vive procurando fantasmas quando poderia estar dançando. Sofre muito quando descobre ter razão no que supõe — mas sofre mais ainda quando fica em dúvida sobre a fidelidade requerida.

Como todo gesto autoritário irracional, o ciúme acaba interrompendo o fluxo do amor, estraçalha a poesia do romance, e suspende a vida por momentos infinitos. Restringe. Chega quase a sufocar.

Numa relação que até nasceu maravilhosa e bem poderia continuar sendo de amor pleno e delicioso, o ciúme se instala como um bicho feio — que assassina a paixão de pouco em pouco e massacra a liberdade no final.

É uma coisa tão feia, que poucos assumem tê-la tanto.

É uma espécie de câncer...

Pense no que acabo de dizer.


Se o ciúme entra pela porta, o Amor sai pela janela.



Tem gente que engaiola até pássaros pintados.

Conheço casos de esposas que não permitem que o marido vá jantar com uma colega de escritório. Sei de maridos que não permitem que a esposa vá ao cinema com um amigo. Sei de namorados que brigam por causa de um simples olhar para o lado. Vivem se vigiando mutuamente. Desconfiam um do outro até mesmo nessas bobas trivialidades quotidianas. Amputam-se. Renegam suas mútuas liberdades. E chamam isso de amor...

Tem gente que vai ao extremo de colocar a própria honra e a moral no vão das pernas do parceiro. Até o Código Civil diz que o homem "será desonrado" se alguém beijar a sua esposa. E se houver "conjunção carnal" então — aí se pode até matá-la "em defesa da honra", sem pena de prisão. Coisas tenebrosas, dignas da Idade Média, mas que remanescem até hoje em nossas Leis.


Amar alguém é uma delícia. Gostar da presença de uma determinada pessoa, também. Mas, supor que essa pessoa, a partir de um certo dia, só possa ter alegria, tesão e prazer exclusivamente ao meu lado — isto é patético! O que está por trás dessa suposição absurda é o desejo de controle. O ciumento tem um coração de ditador. Supor que se pode deter o controle das emoções do outro é lamentável, para dizer o mínimo. São idéias malucas de grandeza.

E essa história de "ciuminho pequenininho" é conversa pra boi dormir. Balela. É como se tivéssemos dois tipos de câncer: o pequenininho e o grandão. Bobagem. Como se um "cancerzinho pequenininho" também não precisasse ser tratado... É um sintoma que, de algum modo, está presente na esquizofrenia, nos transtornos demenciais, nos quadros depressivos e nos transtornos paranóides.


Ressalto que estou me referindo ao ciúme de seres amantes e não ao "ciúme de coisas amadas". Não me refiro ao ciúme (plenamente justificável!) que posso ter do meu carro, do meu ursinho de pelúcia, dos meus livros ou da minha escova de dentes. Estou apenas escrevendo (um breve texto: não é uma tese) sobre esse sentimento de posse do outro. Nesse sentido, ainda vou escrever algo sobre a personalidade deteriorada, a baixa auto-estima, os delírios, a verificação compulsiva das suposições, a invasão de privacidade, e a vocação autoritária. E também sobre o medo neurótico da perda.


O ciumento vive catando pedacinhos de "evidências" nas conversas do parceiro. Abre bolsas, vasculha gavetas. Bisbilhota ao telefone. O coração do ciumento vira um detetive. Toda hora em busca de falsas evidências. E o relacionamento vira uma inquisição torturante. Acontece que o ciumento — movido por emoções incontroláveis — não consegue fazer abstrações. Não consegue formular uma crítica racional do seu comportamento indelicado. Apenas repete, generalizando feito uma mula, que "quem ama tem ciúme". Ora, você nunca verá um filósofo ou um cientista apaixonado batendo na sua esposa por esta ter olhado para um outro homem gostoso. Mas um pedreiro sim. Uma lady nem liga se o marido chega tarde em casa; a barraqueira se descabela. Tudo é uma questão de inteligência. De finesse. De bom gosto. De cultura.


Deixem que me explique. Não me refiro à posição social de classe do ciumento. Há casos de jornalistas famosos que mataram a namorada por ciúmes. Há casos de promotores, empresários, banqueiros, e também de artistas. E quando eu disse "pedreiro", foi mais pela sonoridade da palavra no contexto do que pela profissão propriamente. Que me perdoem os pedreiros não-ciumentos.


Roland Barthes, em Fragmentos de um Discurso Amoroso diz, literalmente: Como ciumento eu sofro quatro vezes: por ser ciumento, por me culpar por ser assim, por temer que meu ciúme prejudique o outro, e por me deixar levar por uma banalidade; eu sofro por ser excluído, por ser agressivo, por ser louco — e por ser comum. Mas isso é porque Barthes é um filósofo. Se fosse um inculto, simplesmente puxaria da peixeira...


O ciumento envereda basicamente por dois caminhos. Ou assume a culpa, podendo chegar à depressão, ou sente raiva e prefere a violência. Meu conselho, irônico porém sincero, é que procure ajuda terapêutica profissional — enquanto é tempo. Ou interne-se numa clínica, se preciso. O que não pode é ficar sem tratamento... rs!


O fundamental neste meu breve ensaio sobre o ciúme, é que, embora o ciumento possa até mesmo ser uma pessoa culta, formada pela USP, isso não torna o seu ciúme mais perdoável do que o ciúme de um caipira. E eu sou tentado a provocar: Se o teu ciúme te dá prazer e alegria — fique com ele. Se você considera que o ciúme é importante para a manutenção de um relacionamento, defenda-o. Aprofunde-o. Mas se o teu ciúme te causa algum tipo de vergonha ou sofrimento — você tem que encontrar razões para mudar.

Pense um pouco.

Respire.

É uma decisão importante.



Se o teu ciúme te dá prazer e alegria — fique com ele!


Mas se o teu ciúme não dá prazer nem alegria — por que mantê-lo?


Claro, há o desejo, legítimo, de preservar uma relação agradável por mais tempo. Ou de montar uma família com os pais presentes e unidos na educação dos filhos. Sei que essas coisas boas acontecem e são compreensíveis. Porém, não justificam a ingerência do ciúme. Mesmo no casamento tradicional é possível estabelecer vínculos saudáveis e modernos. Afinal, os muçulmanos ainda não dominaram ideologicamente esta parte do planeta...


À guisa de conclusão provocadora:

Tem ciúme bobinho, patético, obsessivo e delirante — todos irracionais.

Qual é o teu?




Como já disse no meu livro Beijos no Céu da Boca: Amar é reconhecer afetuosamente o direito que o outro tem de fazer suas escolhas. E o ciumento, é claro, nunca vai reconhecer que o outro tem direito de fazer suas escolhas. O ciumento quer ser dono do outro. Para isso, tem que destruir a personalidade do outro. Mal sabendo que, sem personalidade, o ser amado vira uma ameba. E amar uma ameba — você sabe — é um horror...


Edson Marques | Mude | - Rascunho de biografia... ______________________________________________

Mude










"Mude é viver. Num nível que poética é a luta que não decepciona. A sinceridade de Edson Marques explode nesse poema que, evidentemente, Clarisse Lispector aplaudiria pelo risco corajoso de querer movimentar o volume dos cérebros que o leem. Um poema que enobrece e que não imita, cria beleza na dimensão que desenvolve o talento para que as inibições particulares não apodreçam o homem. É um estilo de provocação apaixonante e não existe um leitor que não fique preso às palavras de coragem que mostram a necessidade de não nos enganarmos sobre nós mesmos. Meu aplauso."
— São sussurros de Abujamra na orelha do livro Mude

Veja o Comercial da Fiat Mude.

Dê um click no centro da imagem.

DesaFiat
Veja aqui o espantoso caso em que o filho de Clarice Lispector vendeu um poema de Edson Marques para a Fiat, por quarenta mil dólares... E ainda não devolveu o dinheiro.


Mulheres...

Ana Maria Braga - Mais Você - Mude.
E pela segunda vez ela não cita o autor...

Mude original - por Camila Bossolan

Video MUDE com música de Tom Petty

Mude - no CD Filtro Solar do Pedro Bial

Nas horas vagas eu trabalho...

Viver a Vida

Hugo Chávez
Leia matéria do LE MONDE Diplomatique.


Não gosto do Twitter

2010

Este é um blog experimental — no mais amplo sentido que essa palavra possa ter. Aqui não defendo posições conservadoras. Também não busco ser compreendido, nem pretendo apenas te agradar. Eu quero, primordialmente, te fazer pensar.
Contra ou a favor ao que proponho — não importa.
Mas, pensar.

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Mude
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mas comece devagar,
porque a direção é mais importante que a velocidade.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo sabor,
o novo prazer, o novo amor.
(...)
Tente.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativo.
(...)
Só o que está morto não muda !
Edson Marques


Leia o poema todo no final desta coluna.


Manual da Separação


Sou apenas um poeta

Mas estou profundamente envolvido
em alcançar uma concepção de arte e de literatura
que se transforme numa emocionante Filosofia de Vida.



Seguem alguns textos meus que me são fundamentais:

01. EU TE AMO
02. Eu não te amo...
03. Algumas Perguntas
04. Frases escritas no almoço
05. Sete Personagens à Procura de Mim
06. Separem-se no Pico
07. Abençoado pelos Espíritos Santos
08. Fiquei sete anos sem fazer amor...
09. MUDE não é de Clarice Lispector!
10. Vídeo Mude - flash
11. Elogios e Críticas
12.
Paritosh Keval
13. Meu conceito de Loucura
14. Nas horas vagas eu trabalho...
15. O Amor é eterno - as relações são passageiras.
16. O Provocador Abujamra
17. Minha mãe e eu
18. Joyce Ann.
19. Minha Vó Vitalina
20. Sou Bisneto da Rebeldia
21. As portas escancaradas do mundo
22. Solidariedade a Evo Morales!
23. Meu pai também era louco...
24. Tio Benedito Marques
25. Minha Mãe também se casou...
26. Projeto Cultural Revolucionário
27. Lúcifer - o iluminador
28. Dê-me a honra de ser a sua Página Inicial.
29. O maior amante do mundo
30. Desafiat
31. Mundançar
32. Patricia e Suzana
33. Meu orkut
34. Sem tesão não há solução
35. Tudo que aqui escrevo é real
37. Aventura Inesquecível
38. O Pão da Minha Mãe
39. Se eu pudesse começar de novo...
40. Uma sinopse — por Lima Coelho
41. O Livro de Jó
42. Se não for agora, quando?
43. As idéias do Outro
44. Minha primeira noite..
45. O Professor
46. Mude no Submarino
47. Meu livro Manual da Separação
48. Mude em espanhol
49. Separem-se no Pico, outra vez!
50. Mude no jornal A Tribuna
51. Mulheres
52. Meu pai
53. A Lady e a Barraqueira
54. Abujamra e o prefácio do livro Mude.
55. Projeto Cultural Revolucionário
56. Meus professores
57. Vitalina Botticelli
58. Minha Mãe
59. Sem fome Sem sono Sem pressa Sem dor
60. O dia em que Mona Lisa chorou
61. Feliz 2008
62. Sou Bisneto da Rebeldia
63. Cachoeiras de São Francisco
64. Em nome da Vertigem
65. O Poeta e o Filósofo
66. Poema MUDE em italiano
67. Vídeo Mude
68. Presente de Aniversário
69. Diana e seus peitinhos...
70. Comercial da Fiat - MUDE
71. Video Mude em flash
72. Dicionário de Português
73. Divino Jantar
74. Kira
75. Prêmio Cervantes Ibéria
76. I celebrate myself
77. Abujamra interpreta Mude
78. Os seios de minha Mãe
79. Meu mais recente amor eterno
80. Além de Loucura, Deus me deu Razão
81. Ontem salvei uma vida


Máquina de Vendas


Viva Cuba!



.. Jean Gabin - Je sais.


Veja aqui quem ilumina o blog Mude.
Por país – por cidade.
Desde 25/09/2007.



Temos que ser infiéis
às nossas convicções...
Ou não mudaremos nunca.



Daqui você sai diferente do que era quando entrou. Eu quero te provocar, intelectualmente. Quero que você suba ao palco da Vida agora mesmo. Por isso é que nas cadeiras poéticas do meu teatro eu coloco um monte de pregos instigantes e palavras que te ferem...

Eu te provoco com metáforas de açúcar. Eu te cutuco com verbos e delícias insistentes. Eu te cutuco com flores e estrelas — todo dia — porque quero que você pense de modo diferente. Quero que você mude. Quero que você viva. Quero que você dance no arco-íris de um violino que se chama Liberdade.



Nas horas vagas eu trabalho...



Livro MUDE à venda em todo o Brasil - nas Livrarias:



Às vezes altero textos antigos e os republico
aqui - só para que novos leitores os conheçam,
e também para que você teste sua memória...



Compre o CD FILTRO SOLAR pelo Submarino

LEI DOS DIREITOS AUTORAIS

A Hering também publicou meu poema Mude

Vivo tentando derrubar minhas próprias convicções.
Só para ver até que ponto elas resistem.


Novo vídeo MUDE no YouTube

Meu Louco Bisavô

Salmão Poético ao Molho de Alegria

Veja o Comercial "Mude" - Fiat
Após entrar, dê um click em O Semelhante


Sete Personagens à Procura de Mim

Estou profundamente envolvido
em alcançar uma concepção de arte e de literatura
que se transforme numa emocionante Filosofia de Vida.


Mulheres

O Professor

meu orkut



Minha literatura é feita de excessos.
Eu falo de Amor e Liberdade.
Só escrevo para loucos brilhantes
e jovens de espírito.
Se você não for nem uma coisa,
nem outra,
não vai gostar do que eu digo.


Mude

Meu livro "Manual da Separacao"
pode ser encontrado, entre outras livrarias,
na Temos Livros, fone (11) 3223.2585.
Em Santos => Realejo Livros - (13) 3289.4935

Vídeo Mude - em flash

Poema MUDE - Autor: Edson Marques
Fundação Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura
Registro: 294.507 - Livro: 534 - Folha: 167


Mude

Mude
Mas comece devagar,
porque a direção é mais importante
que a velocidade.

Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde
você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.

Veja o mundo de outras perspectivas.

Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama.
Depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais,
leia outros livros,
Viva outros romances!

Não faça do hábito um estilo de vida.

Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.
Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor.
a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado,
outra marca de sabonete,
outro creme dental.
Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.
Troque de bolsa,
de carteira,
de malas.
Troque de carro.
Compre novos óculos,
escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
Arrume um outro emprego,
uma nova ocupação,
um trabalho mais light,
mais prazeroso,
mais digno,
mais humano.

Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as
.

Seja criativo.

E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.

Só o que está morto não muda!

Edson Marques.


Change
Only what is dead does not change
- and you are alive.
Versão em inglês feita por Paulo Coelho.




Este blog foi criado no Blogspot em 03 de Outubro 2001.

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Dizem que ela se chamava Eloá.
Também dizem que ela se chamava Elooh.
Mas, para mim, ela será sempre Elo-oh!

Lembrem-se, meninas, o ciumento inculto é o ser mais perigoso que existe na face da Terra.
Fujam dele, desesperadamente!


Solidão a Mil

Liberdade

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Bibliotecários


Video MUDE - Fiat

O "Manual da Separação" pode ser encontrado, entre outras livrarias, na Temos Livros, fone (11) 3223.2585.
E também na Realejo Livros - Santos - (13) 3289.4935





O livro
Mude está à venda nas livrarias
Cultura
Fnac
Saraiva
Melhoramentos
Siciliano
e no Submarino



São Paulo 11-3088.8444

Se você não encontrar meus livros
Mude ou Beijos no Céu da Boca
na sua cidade, mande um e-mail para:


LivrariaMude@gmail.com




Todos os textos daqui foram escritos por mim.
liberdata@gmail.com






Meus anos podem ser poucos,
e podem ser breves
- mas são todos loucos.


Edson Marques





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