12.4.15

gurdjieff

Hoje li um pouco, um pouquinho só, do fantástico e enorme livro Do Todo e de Todas as Coisas, de Gurdjieff. Se eu tivesse conhecido meu bisavô, e viajado com ele, teria comigo certamente acontecido a mesma coisa. Não morra sem conhecer Gurdjieff.

Parecendo muito mais um mestre Zen iluminado ou um Sócrates moderno (do que místico cristão), Gurdjieff era um incomparável despertador de almas.

2 comentários:

Edson Marques disse...


Procure ler o que proponho nos links citados hoje.

http://mude.blogspot.com.br/2015/04/gurdjieff.html

É a vida...

Edson Marques disse...


Porque sempre fui fiel a Ela — Ela nunca me traiu. Penso que há uma certa reciprocidade entre o que sentimos pela Vida e o que Ela sente por nós. Se a deixarmos livre, Ela também nos liberta. Porém, se a prendermos, Ela nos algema. Se a desprezarmos — Ela nos massacra.

Por isso temos que amar a Vida, fielmente.
Sem traí-la.