18.2.15

dedo maximo

Eu sempre digito minhas inspirações, a qualquer momento, mesmo quando estou beijando um grande amor. Porém, tomo o cuidado de usar não o dedo médio, mas o dedo máximo, delicadamente, nessa tecla emocionante que se chama clitóris.

5 comentários:

Edson Marques disse...


TEmos que ter liberdade para amar o amor livre.

http://mude.blogspot.com.br/2015/02/dedo-maximo.html

Amorosamente!

Edson Marques disse...


Todo dia eu transformo em alimento essa fome deliciosa que eu tenho de mim mesmo. Nunca vou me saciar...

Edson Marques disse...

Hoje ela fugiu da mamãe, e veio me ver de madrugada. Ela abandonou o namorado no meio da noite, andou sete quadras a pé, e veio me ver. Queria um conselho, um copo de leite, um abraço. Um chocolate branco, um orgasmo talvez. Mas, depois de meia hora de conversa — e de uma religiosa massagem nos pés — achei melhor só lhe dar um abraço.
Um abraço, um conselho, e um copo de leite.
Mas, na saída, eu deveria lhe ter dito: Menina, desperte esse vulcão que você tem aí, no vão aberto dos teus abraços. E que se chama coração.

Edson Marques disse...


Às vezes eu tropeço em algumas insignificâncias. Mas não é nada. É só Deus me testando pra ver se estou atento.

Edson Marques disse...


Minha formação religiosa foi determinada basicamente por um conselho, dado com amor por Dona Iracy, minha mãe, quando eu estava de saída para a cerimônia da primeira comunhão e lhe falei sobre o medo que eu tinha de confessar meus pecados — aqueles mortais, veniais, fatais, sexuais, etc. e tais.

Então ela me disse, sorrindo e piscando um olho: "Conte só os pequenininhos. Os grandes eu já os confessei por você — e Deus já te perdoou."

Dessa forma carinhosa, minha mãe acabou salvando-me a alma do inferno cristão, só para depois jogá-la, também com amor e ternura, na socrática fogueira da liberdade, da poesia e da loucura.

Mas hoje eu não cometo mais pecados. A menos que sejam muito gostosos, e se tornem inevitáveis…