16.2.14

eu

Eu não abro concessões àqueles que possam querer me prender. Não jogo minha própria vida em troco de salário, prestígio, poder, posses, coisas, tranqueiras. Não permito que me roubem esse único presente que hoje tenho. Não aceito promessas de um futuro que nem sei se vai haver... Não assumo compromissos que me sufoquem, ou que me levem à exaustão para cumpri-los. E também não crio dependências que me prendam, em hipótese alguma. Não tenho chefe, não tenho patroa, não tenho filhos, não tenho noivas, não tenho muitas namoradas e nem faço juras de amor eterno. Não tenho planos mirabolantes que possam sugar minha existência gostosa de agora. Faço só o que me dá prazer — e apenas pelo prazer. Sem maldade. Sem dor, sem pressa, sem cansaço, sem inveja, sem ciúmes, sem mágoas, sem esforço desumano. Sem explorar quem quer que seja. Quem me conhece sabe que não é um mero jogo de palavras: eu sou assim. Sou o dono do meu tempo. E isto — por enquanto — me basta:

2 comentários:

Edson Marques disse...


Ainda na cama. Onde retornei após ter comido algumas frutas. Adoro frutas.

O texto de hoje já fora publicado em outubro de 2013. Mas agora retomo as negociações para criar, na Jucesp, a empresa TEMPO. Um dos meus projetos na área de consultoria.

É a vida,

http://mude.blogspot.com.br/2014/02/eu.html

Edson Marques disse...


Eu sou bonzinho desde que nasci. Pratico o Bem desde a primeira infância. Não mato nem formiga... Mas esse negócio de "fazer o bem sem olhar a quem", eu ainda não consigo. Com determinadas pessoas — que extrapolaram na prática da maldade — não consigo. É mais ou menos como abençoar os vendilhões do templo.... Jesus não quis saber de abençoá-los, e sim deu-lhes uma porrada! Comigo, com relação a duas ou três pessoas, acontece a mesma coisa: nem penso em abençoá-las: quero mesmo é lhes dar uma porrada... Elas são tão ruins, tão maldosas, que, se morrerem antes, sou até capaz de esbofetear-lhes o cadáver... rs!