3.7.13

quando a luz

Nesta manhãzinha, quando a luz se fere de noite ainda e me descobre, sento-me aqui fora, e começo a escrever. Meu coração é um viveiro, e meus amores, pássaros. Dois ou três pipilam no jardim. Há na grama letras e estrelas. As primeiras me esclarecem, as outras me iluminam...

É a vida!

3 comentários:

Edson Marques disse...

Nesta manhãzinha, quando a luz se fere de noite ainda e me descobre, sento-me aqui fora, e começo a escrever. Meu coração é um viveiro, e meus amores, pássaros. Dois ou três pipilam no jardim. Há na grama letras e estrelas. As primeiras me esclarecem, as outras me iluminam....

É a vida!


Talvez eu altere para: Nesta manhãzinha, quando a luz se tinge de noite ainda...

Mas, antes, vou tomar umas três ou quatro xícaras grandes de café preto, com açúcar branco.
Puros, os três.

Flores...

Suzi disse...

Boa tarde para você Edson, bom dia para mim, e bom dia inteiro para Sônia!

A xícara também? Pura?

Rs... rs...

Saudade do meu futuro com garoa de Londres e toda a sua feia-beleza.

Em tempo, sobre cafés... "ouvi dizer" que um cadim de canela o enriquece... ousarei...

Já gostava da casquinha do limão nele boiando e perfumando...

Mudar. Ou no mínimo, experimentar.

Seus cafés, sei, estarão "bons"... rs...

beijo,

Suzi

Samuel Balbinot disse...

Bom dia Edson.. vindo conhecer teu espaço e encontrandoo o resume da vida em límpida frase.. abração e um lindo dia
lapidandoversos.blogspot.com.br