24.6.13

hoje

Nessa minha busca, nessa minha incansável e eterna busca de caminhos, eu acabo às vezes me afastando de você. E esse espaço, essa distância — esse vazio — é como uma navalha cortando a emoção... A emoção não deve ser cortada, eu sei. Mas, que se há de fazer? Eu quero apenas abraçar a metade do infinito.

Acontece que essa busca incansável de caminhos é uma das mais nobres e louváveis tentativas de aprimoramento pessoal. Significa refinar, cada vez mais, meu sentimento de amor-próprio. O contrário disso chama-se acomodação. Ou, até mesmo, desleixo. Talvez covardia...

2 comentários:

Edson Marques disse...

Deliciosamente...

Vendo este filme: O último Pôr do Sol. Ou o primeiro, tanto faz.

Eu e as Madrugadas nos amamos!

Edson Marques disse...

Os sinos do Mosteiro de São Bento badalaram quatro vezes agora!