20.10.11

minha festa

Ainda que a barriga ronque, me visto sempre de cetim. Então minha barriga canta, meu corpo dança, meu coração se excita — e a fome se vai. Parece que Deus abençoa muito mais o meu amor que a minha dor. Só me resta, portanto, continuar transformando água em vinho branco. Minha festa não acaba. Sou um cisne que não morre.

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