16.10.10

gaiarsa





Eu escrevi isto em 24/09/2010.

Quando nos encontramos pela última vez, ele estava sentado e sorrindo naquela sua cadeira balanço maluca pendurada no teto da sala. Amo esse homem, porque nada nele é fixo — exceto seu respeito sensual pela Vida e sua pregação amorosa em defesa da liberdade. Foi ele quem mais me ensinou a ver o mundo como se fosse uma flor.

E ele mandou-me de volta este e-mail.
Dê um click aqui e veja o original.

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