21.9.17

olhe para os lados

Agora mesmo, onde você estiver, olhe para os lados. Ajuste a consciência, apure a sensibilidade, abra seu coração, respire fundo, olhe para os lados outra vez, e responda-me, sinceramente: — As pessoas com as quais você hoje convive (em casa, na escola, no trabalho ou na internet) são amorosas, compreensivas, inteligentes, excitantes, audaciosas, livres, saudáveis, brilhantes, honestas, sensíveis, delicadas, independentes, e cheias de entusiasmo pela vida?
São?!
Porque, se assim não forem, responda-me:
— O que é que você continua fazendo aí?

19.9.17

nao espere

Não espere a próxima primavera para sentir o perfume de todas as flores.

Amanhã pode ser tarde demais...

17.9.17

minha mae casou

Nós nos separamos no pico. Era preciso que nós nos separássemos no pico, porque...


...Musa com algema no dedo anular vira esposa. Com o tempo, desencanta. Por isso, não desperdice a musa: não queira casar com ela. Formalizar as aventuras é o mesmo que contratar o Desespero. O casamento pode ser o túmulo do Amor. É um risco enorme... Valerá talvez a pena ser corrido? Não sei. Mas não queira engaiolar a exuberância. Não engarrafe as emoções. Não sufoque a liberdade. A menos que você já tenha feito a opção por repetir as relações antigas, e tornar-se apenas um reprodutor da espécie… Claro que reproduzir a espécie também é uma tarefa digna, e pode ser até gratificante, em certos casos. Mas não tem nada a ver com Aventura e Liberdade.


O casamento é o cemitério das Paixões!
Minha mãe e meu pai se casaram na igreja...



Como se vê, a Vida é um mistério delicioso!



Mas é preciso lembrar que eu mesmo já casei umas seis ou sete vezes. E todas foram experiências maravilhosas. Talvez porque o projeto nunca foi geração de prole, nem de contribuir para nenhuma estatística. Sabíamo-nos passageiros e assim nos comportávamos. Sempre houve um respeito absoluto pela própria liberdade e pela liberdade do outro. E, em cada um deles, nos separamos no pico da relação. Talvez isso tenha feito toda a diferença. A paixão nunca chegou a esfriar!




Hoje é aniversário de Joyce Ann.
Das nove musas que me inspiram, ela é a principal.




16.9.17

quando o bom faz mal

Um grande amor ou um bom emprego acabam complicando muito a vida de quem os consegue logo no início. Porque você vai ficar se agarrando a eles pro resto da vida — e perde a chance de conseguir outros iguais, ou até melhores. Perde a chance de vivenciar outras experiências, provavelmente maravilhosas. Mas, o que é pior: essa aparente estabilidade inicial te enche de medo. Medo de perder. Medo de não ser capaz de crescer, nem de superar uma perda. Então, só te resta encolher-se no teu próprio coração medroso e bobo, abraçado a um bom salário — ou deitadinho no colo desse amor minguante...

13.9.17

swing estrela

Eu tinha um cavalo chamado Estrela e um cachorro chamado Swing. Ambos nasceram no mesmo dia em que eu, e meu pai fez questão de comprá-los para mim. E eu sempre os aceitei como eles eram. Nunca quis promover o Estrela a alazão espanhol, nem o Swing a pit bull. A mim bastava a meiguice do cavalo baio de olhos doces, e o pequeno vira-lata deitadinho no meu colo. Os dois eram compreensivos e amorosos. Mesmo assim, morreram ambos. É a vida.

10.9.17

idade mental 17


A idade mental dos meus amores é sempre dezessete. 

A cronológica não tem a mínima importância.

7.9.17

independencia

Viva a Independência.
A dos países e a das pessoas.
A independência política, a financeira, e a emocional.
A do Corpo e a do Espírito.
A dos amigos — e a dos amores.

Só é livre quem for independente.

PORTANTO, INDEPENDÊNCIA — OU MORTE!

6.9.17

perfume no travesseiro

Ontem à noite eu percebi que Joyce Ann, sussurrando como se rezasse, fez uma longa declaração de amor ao meu travesseiro preferido, azul clarinho. Depois de abraçá-lo com ternura e beijá-lo várias vezes, ela derramou duas gotinhas de perfume sobre ele, e foi colocá-lo delicadamente em minha cama. Por isso é que, mais tarde, quando me deitei, sozinho no meu quarto, fui envolvido nas palavras todas que ela deve lhe ter dito, e sonhei antes mesmo de fechar meus olhos...

Se você ainda não viveu um grande amor assim, saia correndo agora mesmo em busca dele.

5.9.17

jardim que falo

Eu modifico perfumes e delícias em palavras e velas — e planto meu verbo num jardim que fala. Há um canteiro de ternuras e de flores no meu corpo ensolarado. Por isso é que transformo em arrepios o que me pede a Natureza a todo instante.

4.9.17

sinto amor

Culpa, medo, ódio, preguiça, vergonha, ciúme ou rancor: — eu não sinto nada disso...
Eu só sinto Amor!

E você?

3.9.17

29.8.17

toques e clicks

Se você não vier me ler agora nada mais aqui fará sentido. São teus dedos e toques e cliques que me acordam duplamente a todo instante. Há uma doce cumplicidade entre a minha e a tua gostosura. Essa voz que canta e dança em minha língua portuguesa é tua, assim como tua é a boca vermelha que escancara os meus gritos de amor e liberdade. São teus olhos diamantes que transformam os meus textos em sagradas escrituras. São teus os lábios deliciosos que conjugam o Verbo Coração no céu da minha boca.

Sem você, eu fico mudo.

26.8.17

no armazem do pai

NO ARMAZÉM DE MEU PAI

Varrendo os ciscos, os papéis, as tampinhas de garrafa, todo dia, eu aprendi a amar a limpeza, mas não de forma neurótica. Varrendo, aprendi a ter disciplina. Eu só tinha nove ou dez anos, mas já varria com método, coreografando uma espécie de dança com a vassoura, meditando, desenhando na poeira coisas que combinassem com as irregularidades daquele chão. Varrendo, eu planejava a minha vida. Varrendo ciscos geométricos por sobre os cacos coloridos da cerâmica vermelha eu construía uma louca arquitetura de mistérios insondáveis. E então chegava um cliente querendo talvez meio quilo de açúcar. Ou duzentos gramas de mortadela. Às vezes um pão sovado. Não importava: em qualquer das hipóteses, antes de atendê-lo, eu me transformava no Balconista do Olimpo — e o atendia sorrindo. Ou seja, varrendo e vendendo, eu aprendi a perceber padrões. A interpretar as circunstâncias. Varrendo e vendendo, eu aprendi a ser cigano, a ler as mãos — e ver a Sorte.

24.8.17

caminho da verdade

Sempre que deixamos o caminho da verdade acabamos violando nosso direito de ter sorte. Temos que reagir a cada batida do coração. Só quando assumimos ter um dono é que ficamos dispensados de lutar. Ser escravo é muito fácil: qualquer idiota consegue. O difícil é ser livre — livre de verdade!

23.8.17

somos diferentes

Éramos diferentes.

Eu gastava tudo — eles poupavam.
Eu tomava vinho — eles bebiam cerveja.
Eu amava livremente — eles se envolviam com ciumentos.
Eu era um poeta louco — eles eram respeitáveis.
Eu criava conceitos — eles adoravam as coisas.

Enquanto eu fazia amor, eles faziam filhos.
Enquanto eu fechava os olhos, eles vigiavam.
Enquanto eu estudava e dançava, eles cuidavam da prole e do cônjuge.
Enquanto eu viajava sem destino, eles faziam seus planos e desenhavam seus mapas.
Enquanto eu saltava profundo, eles viam novela.

Tudo tem seu preço.

Por isso hoje eu vivo aqui, sozinho — e não tenho nada além de amores.

Mas eles ainda se amontoam, brigando por inventários e calculando seus haveres...

Não seria justo, portanto, que Deus nos desse agora as mesmas dores.

Somos diferentes.

E não tenho culpa se além de loucura Deus me deu Razão — e continua dando.

22.8.17

21.8.17

natureza da paixao

Paixões que se dizem eternas são mentirosas. Enganam a vítima. São apenas pedras frias que trazem frustração e tristeza, e nas quais tropeçamos. Acabam se tornando insuportáveis. Ao contrário, as paixões verdadeiras, as deliciosas — as passageiras! — só nos dão prazer e alegria. Mas tem gente que pretende transformar as passageiras em duradouras. Apaixona-se em novembro, e já quer fazer planos para o Natal... É a consagração da insegurança. O abandono do Princípio da Incerteza. O medo do risco e da perda. Ora, se nossa primeira paixão já fosse eterna, teríamos uma só — pelo resto da vida... Já imaginou a chatice?

A natureza da Paixão é ser fugaz. Esticá-la no tempo é torná-la insossa e rarefeita.

Eu gosto de dizer que as paixões devem ter o brilho de um relâmpago — e a mesma duração. Relâmpagos não ficam acesos para sempre. Você vive um, e em seguida risca outro! Mas, não se preocupe: ninguém é obrigado a amar o risco e ser brilhante todo dia.

20.8.17

anadores

Só me procure se você não precisar de mim... Se você estiver doente, carente, ou à beira da morte, nem venha me ler. Esqueça-me, carinhosamente. Nesta casa de tolerância poética não tenho remédios. Não tenho aspirina, novalgina, dipirona ou anadores. Aqui só tenho estrelas, palavras e flores, abraços, tesão e loucura; vinho, dança e amores!



O texto acima — Só me procure se você não precisar de mim — pode suscitar críticas. Como se eu, maldosamente, repelisse os que sofrem. Nada disso! Eu apenas questiono se a doença é real. E também me inspiro em Roberto Freire e no seu belíssimo poema de amor, aquele que termina mais ou menos assim: "Porque te amo, tu não precisas de mim. Porque tu me amas, eu não preciso de ti. No amor, jamais nos deixamos completar. Somos, um para o outro, deliciosamente desnecessários."


E você sabe como é bom sermos deliciosamente desnecessários, não é mesmo?

Portanto, se você gosta de estrelas, palavras e flores, abraços, tesão e loucura; vinho, dança e amores — venha! Que eu cairei nos teus braços...

19.8.17

margaritas

Ontem eu e ela tomamos entusiasmadas margaritas. Sem pressa e sem culpa. Mais tarde voltei para sonhar nos braços abertos de Denise e dançar ouvindo Can´t take my eyes off you. E depois, no escuro do meu quarto, acordei pensando:

Eu bebo não para perder a razão, mas para vencê-la. Jamais serei dependente: na bebida, não é o álcool que me atrai. Eu tomo o vinho porque antes o consagro. E nele me agrada mais a cor e o sabor — além de me lembrar Jesus e seus milagres. Aliás, é o próprio Baco quem todo dia me abre as garrafas de Baron D´Arignac.

Também na cerveja, não é o álcool que me encanta: é o lúpulo dourado e o reflexo do sol no copo transparente. Tomo-a porque envolve-me a sede, hidrata-me o corpo, fornece-me assunto, refresca-me a alma. Também a consagro antes do primeiro gole, e o bar vira um barco — e o barco vira um altar. E bebo-a, delicadamente, porque a espuma me lembra Afrodite lambendo-me os lábios!

Como se vê, eu não bebo para perder a razão: eu bebo para encontrá-la.

17.8.17

sorte ou talento

Para sobreviver precisamos apenas de sorte. Para triunfar — é preciso talento.

16.8.17

girassol envelhecendo


Não espere a próxima primavera
para sentir o perfume de todas as flores.




Amanhã pode ser tarde demais.

13.8.17

dia dos pais

Ele era o símbolo da autoridade, e eu — da rebeldia. Nenhum de nós dois gostava de repartir a liderança. Eu não nasci pra ser segundo, e ele abominava a ideia de não ser o primeiro. Então, quando fiz dezessete nos separamos: eu vim estudar filosofia, e ele continuou um ótimo comerciante. Foi só então que começamos realmente a conversar sobre a Vida. Depois, com o tempo, nos tornamos amigos. Hoje, somos amantes.

Como não tenho filhos, escrevi um breve texto sobre meu Pai — homenagem ao seu dia. Leia-o AQUI.

11.8.17

felicidade

Para os filósofos cínicos, a felicidade não é algo passageiro: uma vez alcançada, nunca mais a perdemos. A princípio, parece um absurdo, mas é uma teoria bastante sustentável. Digo isso, e concordo plenamente, porque aconteceu comigo! Sou a prova viva de que isso é possível. Meu conceito de felicidade — já por mim alcançada — é ser bem-aventurado. É ter um corpo saudável, completo domínio dos estados de espírito, e liberdade total. Muita alegria, bom humor inabalável e gostosura transbordante, além de amores infinitos. Ausência de pressa, de ciúmes e de ódio, ausência de medo, inveja e vergonha. E completa ausência de apego. Basicamente isso.

Estou escrevendo algo mais a respeito, que vou publicar no meu livro Sermão da Cordilheira.

8.8.17

o intocavel

A mim não me basta tocar o coração do que eu vejo, eu quero é tocar o coração do invisível. A mim não me basta buscar o que me cabe, eu quero é desejar o impossível. Tocar o intocável, o intangível, o centro do que se move, a alma do teu espírito, o coração do coração.

7.8.17

coivaras

Eu tinha seis anos e nas férias visitava uma casinha de sapé lá no sul do Paraná. Um dos nossos empregados, o Nhô Benedito, de dia me ensinava a roçar o mato e a plantar feijão, e de noite me contava histórias e me mostrava como afiar a foice. A Vida é uma floresta, ele dizia. Por isso, afiar a foice era uma ciência... Era um velho negro sábio, criador de metáforas belíssimas. Certa tarde, lá no Morro da Melancia, logo após uma queimada, ele, preocupado comigo, gritou: "Não se embrenhe nas coivaras, menino!". Pois, é. Foi pensando no Nhô Dito e nas suas expressões que escrevi o post abaixo. Às vezes, na vida, eu me esqueço completamente do que disse ele, não afio bem as minhas foices, e me embrenho nas coivaras...

6.8.17

5.8.17

ilha porchat

Hoje à tarde, fotografando a Ilha Porchat, eu me lembrei de que lá mora Andressa.
Quando você der o click na foto, é a primeira da esquerda.

3.8.17

sorte

Eu tenho uma cachorrinha linda chamada Sorte. Ela me segue para onde quer que eu vá.

2.8.17

cerebro sorrindo

Acontece que meu cérebro às vezes ri das escolhas que meus olhos fazem. Mas ambos logo se pacificam e eu prossigo cavalgando propósitos — de ponta-cabeça — como se a Vida fosse uma potranquinha, puro-sangue, indomável, cor de vinho. Faço analogias em silêncio, invento coisas que ainda vão existir, crio conceitos, e me questiono sobre tudo e todas as coisas. Depois, destruo as minhas convicções como se estivesse destruindo as tuas.

31.7.17

quem dorme

Você escolhe quem dorme ao teu lado, ou essa página o teu cardápio não tem?

30.7.17

apoio dos normais

Eu não busco aprovação alheia — nem quero aplausos fáceis. Sou inteiro no que faço e não me corto. O apoio dos normais não me interessa. Eu quero apenas provocar intelectualmente as pessoas criativas, como suponho você é. No fundo, eu quero questionar todas as "verdades", e esmagar todas as convicções... Inclusive as tuas, mas principalmente as minhas! Para que possamos trocar experiências fascinantes — e talvez criar alguma coisa verdadeiramente nova.

29.7.17

desaforo

Eu não considero desaforo aquilo que um idiota diz a meu respeito.



"Eu não levo desaforos pra casa". Quem repete essa frase deve ser só um insensato. Um papagaio de aluguel, potencialmente estressado e sem assunto. Em vez de citar Nietzsche ou Machado de Assis, profere uma insolência. Quem costuma reafirmar o seu caráter pessoal pronunciando tal besteira, já se mostra petulante, atrevido, inconsequente. Generaliza demais, ofende a Lógica e maltrata a Razão. Afinal, o que é um desaforo? Um insulto — podem dizer. Mas, um insulto praticado por quem, contra quem, sobre qual tema, e com qual objetivo? Aliás, para merecer tamanha reação apriorística, deve ser um impropério astronômico... Pois, se assim não for, por que deveríamos gastar tempo e energia com tal coisinha? Portanto, eu te pergunto: qual o teu conceito de desaforo? Qual a importância que tem para tua vida o fato de existir um desgraçado qualquer que te xinga ou "desrespeita"? Quanta verdade, quanta lógica pode haver numa sentença pronunciada por boca irracional? Quanta relevância tem, para você, uma determinada coisa, ao ponto de conceder a ela o poder de causar alterações no teu metabolismo, desviando muitas funções realmente vitais, só para produzir uma carga enorme de hormônios e soluços? Meu conselho: leve alguns "desaforos" pra casa... Ou não mais considere desaforo aquilo que um ignorante qualquer diz a teu respeito.

28.7.17

cadastro

Quando vou fazer um cadastro para financiar uma carroça, e me perguntam qual é meu estado civil, eu sempre respondo que é o Original. Este é um dos meus maiores tesouros: meu estado civil. Mas tem gente que não pensa assim. Tem gente que troca o seu estado civil original — maravilhoso, belíssimo — por um adjetivo esquisito, como, por exemplo: casado, separado, desquitado, divorciado, viúvo — ou qualquer outra besteira do gênero...

26.7.17

ataque cardiaco

Meu pai morreu de ataque cardíaco. Meu avô, bisavô, tataravô, o pai do meu tataravô e o pai do pai dele — todos os meus antepassados morreram de ataque cardíaco. Meus tios e primos, da primeira, segunda e terceira geração — também. Meus irmãos, dois já se foram, e os outros — na marca do pênalti. Até cunhado meu anda morrendo de ataque cardíaco, ultimamente.
Tive, portanto, que romper com a tradição.
Mais uma vez!

Claro que "ataque cardíaco" é uma metáfora. Entretanto, se substituirmos essa expressão por outra, o texto pode ficar mais compreensível. Por exemplo, saudade do Orgasmo. Ou seja, toda essa gente anda morrendo de saudade do Orgasmo...

25.7.17

lucid dreams

Lucid dreams.


Aqui vou publicar logo mais minhas experiências pessoais com sonhos lúcidos. E também teorizar um pouco a respeito. Além de citar outras matérias importantes sobre o tema.

Antes de qualquer coisa, eu recomendo este livro: Sonhos Lúcidos - Stephen LaBerge




Sonho Lúcido é definido como sonhar enquanto você sabe que está sonhando. O termo foi inventado por Frederik Van Eeden usando a palavra "lúcido" no sentido de claridade mental. A Lucidez usualmente começa no meio de sonhos quando o sonhador compreende que as experiências que estão ocorrendo não existem na realidade física, mas são fruto da criação de um sonho.

Basicamente seu corpo está 'adormecido' e sua mente está 'acordada'. Sonhar é uma capacidade natural - nós todos sonhamos todas as noites. Você pode ter escutado algumas pessoas que dizem que não sonham - elas sonham sim - elas somente não recordam dos sonhos quando elas acordam. Se você tem tempo, esforço e paciência, você pode aprender a recordar seus sonhos.

E uma vez que você pode fazer isto, sonhos lúcidos são um caminho excelente para explorar o mundo dos sonhos.Enquanto a definição básica de Sonho Lúcido está meramente na capacidade de compreender que se está sonhando, esta definição pode ser dividida em dois tipos de Sonhos Lúcidos. Esses dois tipos são "alto nível de lucidez" e "baixo nível de lucidez."

Um sonhador lúcido que está sonhando com um alto nível de lucidez sabe que toda existência experimentada é fruto da criação da sua mente. Este sonhador está atento que ele ou ela está realmente na cama, adormecido e que não pode sofrer nenhum prejuízo físico como um resultado do sonho.

Sonhando no baixo nível de lucidez, o sonhador não está completamente atento que seu ambiente é unicamente uma criação da sua mente. Isto permite ao sonhador fazer atividades tal como voar, ou fazer o que é mais interessante para ele no momento. Entretanto, o sonhador vê ameaças físicas e outros caracteres do sonho como sendo completamente reais. Enquanto sonha neste baixo nível, o sonhador é usualmente desprevenido que o seu corpo físico está realmente adormecido e em cama.

Você deve estar se perguntando. "Para qual propósito servem os Sonhos Lúcidos? Os Sonhos Lúcidos podem ajudar as pessoas a achar seu caminho em suas vidas. O livro "Exploring..." contém muitos exemplos de maneiras através das quais algumas pessoas têm usado os sonhos lúcidos para se prepararem para algum aspecto de suas atividades cotidianas. Algumas das aplicações relatadas: campo de provas (tentar novos comportamentos, ou praticá-los, e afiar habilidades atléticas), resolução criativa de problemas, inspiração artística, superação de problemas de ordem sexual e social, aceitação da perda de alguém querido, e restabelecimento da saúde física.

Se a possibilidade de acelerar a saúde física, sugerida pelo que contam os sonhadores lúcidos, for confirmada pelas pesquisas, isto será uma razão tremendamente importante para se desenvolver habilidades com o sonhar lúcido.

Fonte: http://www.misteriosantigos.com/sonhos.htm


23.7.17

epicurista

Cada vez mais epicurista. Na cidadezinha onde estou desde ontem não tem onde comprar palmilhas pra minha bota. Então fiz algumas com jornal e embalagens de leite. Ficaram ótimas!


22.7.17

previsoes de 1995

Texto que está na primeira edição do meu livro Solidão a Mil, 1998, página 352.

Em 1995, como analista de sistemas do Grupo Itel, fiz uma palestra sobre a viabilidade de se utilizar o mesmo atual cartão eletrônico bancário como cartão único, universal, conectado à rede que eu chamo de U-Net (sucessora da internet). Desde que melhorado e com um chip controlador poderoso, nele estariam todos os nossos dados básicos: Identidade, cadastro médico, CPFG, carteira de habilitação, registros profissionais, currículo escolar, efetivos controles de aposentadoria, histórico amoroso, saldos bancários, preferências, livros lidos, contas pagas e a pagar, pendências judiciais, viagens, agendas, senhas de acesso. Aproveitaremos a atual estrutura de informática dos três grandes bancos que restaram. Uma Digital Station (os antigos PC, MC, Notebooks) poderá ler esse cartão via rádio (e mais tarde raios gama) à distância.

Servirá também como cartão telefônico, substituindo o antigo celular. Suas coisas pessoais, sua casa e seu carro, não poderão ser acessados sem a inserção autorizada do respectivo cartão, mediante impressão digital. Por exemplo, será abolido, por desnecessário, esse costume medieval de um guarda rodoviário interromper nossa viagem para pedir documentos. Até o excesso de velocidade ficará nele registrado, sendo a respectiva multa debitada imediatamente da sua conta bancária. Tudo será online.


Isto foi em fevereiro de 1995. Um dia chegaremos onde eu então previa. Liberdata Biopersona era o nome do Projeto.

21.7.17

solidao

Para que seja uma delícia — a Solidão tem que ser alimentada com Amor e Alegria.