28.1.17

mirada da ponte

Há dias, como hoje, em que nos debruçamos na murada da ponte e o rio nos chama, inflamante. Não para a morte — porque a morte é sempre ridícula — mas para a vida. Nos chama, como se as águas tivessem mãos acesas que nos acenam, convite amoroso para fluirmos com elas em direção ao profundo oceano dançante das aventuras infinitas...

2 comentários:

Edson Marques disse...


A vida é uma delícia!

http://mude.blogspot.com.br/2017/01/mirada-da-ponte.html

Edson Marques disse...


Há hoje ainda muitas pontes entre o meu peito escandaloso e teu sorriso ensolarado... Mas nunca mais te vejo aqui, buscando estrelas. Parece até que não queres mais dançar comigo, meu amor. Que terei de fazer, então, para que te enxergues outra vez, de novo em mim?