18.9.15

controle emocional

Quando eu defendo o CONTROLE das emoções, algumas pessoas podem pensar que estou propondo a supressão das emoções. Não é disso que se trata. O que proponho é, num primeiro momento, racionalizar a expressão das emoções. Dominado esse processo (esse procedimento), passaríamos a controlar a própria forma com que as emoções, em si, ocorrem.

Ou seja, só bateríamos com violência uma porta, ou só daríamos um tiro na testa de alguém — SÓ DEPOIS de concluirmos, com base na lógica, que tal procedimento tornará o (nosso) mundo melhor e mais justo. Mas essa conclusão tem que ser racional. Deve ser produto de uma extensa cadeia de raciocínios. Nada de ficar batendo porta à toa, xingando alguém, ou dando tiro à toa...

Depois vou escrever algo sobre as emoções positivas. As amorosas.

4 comentários:

Edson Marques disse...


Somos, por definição, animais racionais.

http://mude.blogspot.com.br/2015/09/controle-emocional.html

Edson Marques disse...


A menos que não estejamos interessados em tornar o mundo melhor e mais justo.

(...)

Mais ou menos como aquela velha recomendação sobre "contarmos até dez" antes de dar um soco em alguém...

Edson Marques disse...


Eu hoje te desejo as quatro coisas que, do meu ponto de vista, são as mais importantes do mundo: Tempo, Amor e Liberdade — e uma saúde inabalável. Aqui inclusa, enfaticamente, a saúde emocional.

Edson Marques disse...


Mas às vezes me perguntam por que eu defendo como indispensável o crescimento intelectual — além do emocional e do espiritual.

Minha resposta: porque a burrice também é uma doença grave. Tão imperdoável quanto a ira, a gula, o ódio, a inveja, o apego e a maldade. As igrejas costumam chamar essas coisas todas de "pecados", mas, para mim, são apenas doenças. Curáveis... Plenamente curáveis. Basta que o doente cresça. Emocionalmente, intelectualmente e espiritualmente.

Fácil? Não muito. Mas não impossível.