7.3.15

Mulheres

Mulheres...

(...) Toda mulher é silenciosa por dentro. A existência pura se manifesta em cada detalhe. Assim na terra como no céu, amar as mulheres é uma experiência religiosa. E eu as amo, fina substância, como deve amar quem ama de verdade — incondicionalmente. Sem ciúmes. Eu amo as morenas, as loiras, as baixinhas, as altas, as lindas, as quase feias. Amo as virtuosas, as magras, as gordinhas, as diabólicas, as tímidas, e até as mentirosas. As iluminadas, as pecadoras, e as santíssimas. Amo as virgens, as pobres, as ricas, as loucas, as muito vivas, as inocentes. As bronzeadas pelo sol, e as branquinhas. As inteligentes, e as nem tanto. Desde que sensíveis, eu amo as jovens, as velhas, as solteiras, as casadas, as separadas. As bem-amadas, e as abandonadas. As livres, e as indecisas. E se Deus me desse o poder, o tempo, e principalmente a chance, eu a todas elas daria — todos os dias — um orgasmo inesquecível. Poeticamente.

Para ler o poema todo click AQUI.

2 comentários:

Edson Marques disse...


Eu adoro mulheres!

http://mude.blogspot.com.br/2015/03/mulheres.html

São a Vida.

Lisa libanesa disse...

Você não encanta serpentes.... Você encanta as mulheres....
Bom dia, poeta!