14.3.15

amores flutuantes

Amores flutuantes

Nos mares da Vida sou navegante impetuoso. Já joguei minha bússola e rasguei os meus mapas. Errante, guio-me pelas estrelas e por minha coragem. Mas no meu barco só levo amores flutuantes, pois, em caso de naufrágio, nos salvaremos a nado.

3 comentários:

Edson Marques disse...


AMOR:

Se afundou, não era profundo.

http://mude.blogspot.com.br/2015/03/amores-flutuantes.html

Viva a Vida!

Edson Marques disse...

Há hoje ainda muitas pontes entre o meu peito escandaloso e teu sorriso ensolarado... Mas nunca mais te vejo aqui, buscando estrelas. Parece até que não queres mais dançar comigo, meu amor. Que terei de fazer, então, para que te enxergues outra vez, de novo em mim?

Edson Marques disse...


Eu detesto relações ordinárias. O que é comum tem um poder impressionante de jamais me impressionar. Eu preciso é de êxtase. De entusiasmo. De entusiasmo compartilhado. De alegria transbordante. Da liberdade absoluta que me envolve quando abraço as circunstâncias amorosas em que danço todo dia. Porque, se eu não viver esta vida que eu vivo — nem amar esses amores que eu amo — acho que a pena só pelo resto não valeria.