21.1.14

solidao infinita

Uma solidão involuntária é sempre tediosa. Ao contrário, a minha é romântica, radical, poética, profunda — e opcional. Cravejada de amantes, ela brilha. E eu a construo a partir das múltiplas presenças que escolho ao longo da vida. Ao longo do dia. Por isso, não se trata de suportá-la — mas sim de desejá-la ardentemente.

2 comentários:

Edson Marques disse...

Estava assim:

Uma solidão infinita seria tediosa, sufocante. Ao contrário, a minha é romântica, poética e profunda. Cravejada de amantes, eu a construo com presenças que escolho e que me escolhem, livremente. Por isso, não se trata de suportá-la — mas sim de desejá-la ardentemente.

Alterei hoje.




http://mude.blogspot.com.br/2014/01/solidao-infinita.html

lady viana disse...

"Edson, boa noite. Me perdoe quanto a minha total ignorância sobre a autoria do seu poema Mude, que creditei no meu blog como sendo da amada Clarice Lispector. Estava pesquisando na internet e vi o poema e a amada escritora como autora. Mil desculpas pelo engano, sei que foi muito desagradável, já consertei lá no blog. Amei o poema, ele é bem a fase que vivo. Beijos e mil desculpas. lady viana