12.1.14

escritor

Como escritor, devo manter a liberdade de criação. E essa liberdade é sacratíssima, em todos os sentidos. Que poeta eu seria se uma ideia me viesse à cabeça e ao coração e eu tivesse que escondê-la (ou sufocá-la) só porque poderia, talvez, ferir suscetibilidades de algumas pessoas? Que poeta eu seria se condicionasse minha inspiração aos preconceitos, crenças ou visões do mundo de outras pessoas? Já pensou se eu não pudesse defender o amor livre porque muita gente é contra? Se eu não pudesse falar do Buda porque o cristão é contra? Se eu não pudesse amar Jesus porque os judeus o negam? Se eu não pudesse escrever sobre Zeus só porque ele é um Deus que nasceu antes de Jesus, ou de Alá, ou Maomé? Se eu não pudesse amar a rosa ou a margarida só porque o lírio as quer todas para si? Seria muito difícil viver assim... Pautar nossa vida exclusivamente pelas opiniões alheias deve ser um horror! Por isso, eu me exponho inteiro no balcão das alegrias. Eu abro as minhas entranhas sem medo de mostrar os meus avessos... Escancaro meu coração porque creio na Vida!

4 comentários:

Edson Marques disse...

Acordando agora, e duplamente.
É a vida.

http://mude.blogspot.com.br/2014/01/escritor.html

Edson Marques disse...

Devemos vencer as emoções. Só quando as vencemos é que podemos escolher as quais sentir. Porque se elas nos vencerem temos que senti-las todas —- o que seria lamentável. Viver ao sabor delas deve ser um horror. Deixar que elas nos vençam deve ser uma tragédia...

É uma delícia vencer as emoções. Experimente.




Escrito agora e publicado no Facebook.

NãoSouEuéaOutra disse...


Boa tarde Edson. Como vai?
Há quem vença as emoções e deita também o Amor!!!

Concordo com você, o Poeta não pode ser interdito à escrita, quando tem tanto para dizer.

Um abraço.

NãoSouEuéaOutra disse...

Correcção «deita, também, fora o Amor»