13.8.13

meus amores crescem demais

Eu sempre lamento muito que os meus amores cresçam tanto. Crescem demais. Perdem a inocência, ficam sérios, fazem planos... Viram adultos. Ah, como eu queria que os meus amores não crescessem tanto!

4 comentários:

Edson Marques disse...

O texto original, no meu livro Solidão a Mil, era assim:

Eu às vezes lamento muito que meus amores cresçam tanto. Crescem demais. Perdem a inocência, fazem planos... Viram adultos. Ah, como eu queria que os meus amores não crescessem tanto!

E agora, nesta madrugada luminosa de SP, ainda na cama, alterei para:

Eu sempre lamento muito que os meus amores cresçam tanto. Crescem demais. Perdem a inocência, ficam sérios, fazem planos... Viram adultos. Ah, como eu queria que os meus amores não crescessem tanto!

É a vida!

Edson Marques disse...

Antes de tomar o café, vou ficar pensando em como resolver (criativamente) a questão das calçadas públicas com degraus. Desníveis muito grandes, na extensão do comprimento. Como resolver as entradas das lojas, das garagens.

Nessas horas eu costumo invocar meu espírito de arquiteto. Ao som de um sino de Mosteiro, que dá cinco badaladas...

Edson Marques disse...

Casamento bom tem que ser que nem relâmpago: brilhar bastante e durar pouquinho.

Edson Marques disse...

Ontem à tarde eu interrompi o desenho da reforma de uma igreja para salvar uma abelhinha que encontrei ferida no jardim. Eram 14h54min quando dei início à salvação. Coloquei-a numa folhazinha de laranjeira e ajeitei a navezinha no vaso dos lírios. Coloquei duas gotas dágua perto dela e soprei-lhe o espírito de Deus. Não foi suficiente. As feridas eram graves demais. Não pude salvar-lhe o corpo, mas consegui salvar-lhe a alma.