18.7.13

medicos

Para trabalhar no Brasil podem vir engenheiros, costureiros, professores, filósofos, artistas, vendedores, gênios, cientistas, inventores, etc.
Só médicos é que não podem... rs!

O espírito de corpo às vezes vira espírito de porco.

A virulenta reação do Conselho Federal de Medicina contra a vinda de médicos cubanos para trabalhar em áreas carentes do país é muito mais do que uma atitude corporativista: expõe o pavor que uma certa elite da classe médica tem diante dos êxitos inevitáveis do modelo adotado na ilha, que prioriza a prevenção e a educação para a saúde, reduzindo os índices de enfermidades, e os respectivos custos.
Continue a ler aqui.

5 comentários:

Edson Marques disse...

Eles têm o direito de defender o seu mercado. A sua corporação. Mas, da forma como estão fazendo, é vergonhoso.

http://mude.blogspot.com.br/2013/07/medicos.html

Edson Marques disse...

Apoio todo movimento que defenda a melhoria da saúde pública no Brasil! Embora ainda não compreenda o porquê de os médicos (e respectivos CRM e demais órgãos representativos da corporação) nunca antes terem tomado posição política efetiva nessa questão. Descobriram a existência de falhas graves no sistema de saúde somente agora, no governo do PT... rs! Nunca se manifestaram antes. Nunca saíram às ruas! Ingenuidade, descaso, irresponsabilidade — ou teria outro nome?

Mas eu aplaudo todo aquele que faz o juramento a Hipócrates!

Lisa libanesa disse...

É incrível como você tem essa capacidade de mostrar aa verdades, com categoria!!!
Gosto muito quando você comenta sobre política e acontecimentos referentes a atual situação do país.
Você explica e ainda mostra , compara e ilumina a mente de pessoas que pensam que são donas da verdade!

Adoro isso...poeta!

Lisa libanesa disse...

Pensando bem, até jogadores de futebol.......rs

beijos!

Edson Marques disse...

Meu pai morreu com 49 anos, ao ser medicado por telefone pelo médico “de plantão” que, em vez de estar na Santa Casa de Misericórida de Itararé, estava em seu consultório particular. Tentei brigar na Justiça por esse absurdo, mas fui vencido pelo medo dos familiares sobreviventes, que optaram por não "ofender" a classe médica da cidade, pois poderiam precisar deles futuramente... Não vou nem falar do Dr. Harry Shibata, quando assinava laudos de "morte natural" para os torturados nos porões da Ditadura Militar.

Depois eu conto mais.