13.7.13

grandes inteligencias

Em seus processos de raciocínio, as grandes inteligências acabam considerando sempre duas ou mais visões diferentes de uma determinada questão — visões complementares ou até mesmo antagônicas — e então as analisam ambas ou todas em conjunto, de forma refinada, rigorosa e simultânea, sem preferir nenhuma delas — até que alguma conclusão racional satisfatória e logicamente defensável se apresente. Esse método geralmente conduz à verdade e ao sucesso.

Esquematicamente, podemos dizer que dessa relação entre tese e antítese nasce a síntese. Que, por sua vez, passa a ser uma nova tese. Então, viva Sócrates — em todos os sentidos!

2 comentários:

Edson Marques disse...

O texto original (que está no livro Solidão a Mil, página 328) era assim:

As grandes inteligências conseguem considerar duas ou mais visões diferentes, contrastantes — ou até contraditórias — de uma mesma questão, analisá-las ambas ou todas em conjunto, de forma refinada, rigorosa e simultânea — e não preferir nenhuma delas até que alguma conclusão racional satisfatória e logicamente defensável se apresente.

Mas agora, ainda na cama, nesta madrugada platônica e relendo Sun Tzu, pensando no Projeto UCB, e também no Polo Cultural que ontem fotografei para reformas, sóbrio como um Deus de botequim, altero para:

Em seus processos de raciocínio, as grandes inteligências consideram sempre duas ou mais visões diferentes de uma mesma questão — visões complementares ou até mesmo antagônicas — e então as analisam ambas ou todas em conjunto, de forma refinada, rigorosa e simultânea, sem preferir nenhuma delas — até que alguma conclusão racional satisfatória e logicamente defensável se apresente. Esse método geralmente conduz à verdade e ao sucesso.

Talvez eu ainda o altere mais tarde.


http://mude.blogspot.com.br/2013/07/grandes-inteligencias.html

Edson Marques disse...

Tudo aquilo que não envolve o raciocínio dá pau.


Vou agora tomar um café. Preto e puro, com Deus e açúcar. E raciocínio, é claro. E tempo, pois quero criar algo esteticamente maravilhoso para o Polo Cultural. E também criar a UCB, ainda hoje.

É a vida.