17.3.13

filosofos fracassados no amor - critica

Devido a concepções de amor herdadas de forma bruta (não refinada), as pessoas geralmente "fracassam" em quase todas as suas relações (ditas) de amor. Fracasso aqui entendido como não satisfação das expectativas iniciais. Em sociedades como a nossa, conservadoras, podemos considerar, estatisticamente, que 80% das relações (ditas) amorosas acabam em pancadaria emocional. Isso pode ter um caráter universal (com exceção dos países islâmicos, talvez, onde sequer se montam expectativas de obtenção de prazer nos casamentos). Logo, entre quaisquer grupos sociais (filósofos, dentistas, pedreiros, arquitetos, músicos, lixeiros, etc.) encontraremos, em média, 80% de pessoas que "fracassaram" nos seus relacionamentos amorosos. Entretanto, há um livro recentemente lançado — Grandes Filósofos que Fracassaram no Amor — para o qual obviamente não contribuí, nem como "grande filósofo", nem como "fracassado no amor"... rs! Mas, independentemente disso, esse livro pode ser resultado de alguma pesquisa interessante, e pode até ser bem escrito. Tem um bom título. Vou procurar lê-lo, e depois te conto o que achei. Só para lembrar, uma frase minha: O auge de uma paixão está sempre no começo dela.

3 comentários:

Edson Marques disse...

Ainda vou pensar mais sobre o assunto.
É a vida...
http://mude.blogspot.com.br/2013/03/filosofos-fracassados-no-amor-critica.html

Anônimo disse...

"O auge de uma paixão está sempre no começo dela."

"..,posto que é chama."

Vero!

sonia k. disse...

Se o auge está no início e, segundo v., deve terminar no pico, fica difícil manter uma relação. Lógico que todo começo é a melhor parte, pois tem o encanto da descoberta, a preocupação dos agrados, os defeitos são imperceptíveis, tudo é só o macio da relação.
Mas, na continuidade, ainda se pode usufruir de sensações deliciosas, desde que se consiga manter a individualidade e o fazer por querer.O que vai matando a relação - não sei se o amor - é a monotonia da convivência, o ciúme mal conduzido, a impaciência do dia a dia. Será que nem os filósofos conseguem dar "férias" no decorrer da relação? Acho que v. tem essa resposta até na vivência e, dificilmente fará parte dos 80%. Ou não?