9.3.13

360

Há dias, como hoje, em que nos debruçamos na murada da ponte e o rio nos chama, inflamante. Não para a morte — porque a morte é sempre ridícula — mas para a vida. Nos chama, como se as águas tivessem mãos acesas que nos acenam, convite amoroso para fluirmos com elas em direção ao profundo oceano dançante das aventuras infinitas...

4 comentários:

Edson Marques disse...

Não há alternativa melhor do que a Vida.
Reaja!
Salte profundo!
Só quem salta inteiro no belo azul profundo da vida é que pode viver e brilhar de verdade.

http://mude.blogspot.com.br/2013/03/360.html

Edson Marques disse...

Sócrates. D. H. Lawrence. Baudelaire. Montaigne. Timothy Leary. Artaud. Nietzsche. Oscar Wilde. Sartre. Paritosh. Leonardo da Vinci. Jesus. Henry Miller. Botticelli. Buda. Mozart. Einstein. Picasso. Iracy. Vitalina. Meu Deus! Esses loucos todos me inspiram para sempre.

Eu não vivo mais sem eles!

sonia k. disse...

Juntam-se todos e mais você e o mundo não continuará girando sem vocês todos.
Permaneça inspirado em todos que chama de loucos e continue construindo sua própria loucura. Perfeito!
Carinhos de sempre.

Edson Marques disse...

Até agora estava assim:

Há dias em que nos debruçamos na murada da ponte e o rio nos chama, não para a morte — que é sempre ridícula — mas para a vida. Como se as águas tivessem mãos que nos acenam, nos chamando para fluirmos com elas em direção ao oceano dançante das aventuras infinitas...

Estou alterando, ao lado do terceiro copo de café e dos treze pezinhos de lírio! E dos azulões que adoram banana.

É a vida.