11.11.12

um outro outro

Quando nos perdemos um do outro, ganhamos o direito de buscar de novo — e encontrar — um outro outro. Esse vácuo que se abre quando o outro se vai não deve ser nunca preenchido com tristezas nem com restos de um passado que já não há. Esse espaço que o outro desocupou — até que enfim — agora é só teu. Cubra-o, portanto, de paixões e de aventura.

Acho que vou criar uma empresa especializada em festas de divórcio. Afinal, enquanto o casamento é o novo que se fecha sobre si mesmo, o divórcio é o novo que se abre para o mundo. É a ressuscitação da liberdade. Por isso merece uma festa maior! Inclusive divórcio gay...

8 comentários:

Edson Marques disse...

Festas de casamentos são ótimas. Aliás, a melhor coisa do casamento é a festa. Ou, pensando bem, é o divórcio. Acho que deveríamos ter festas de divórcio...

http://mude.blogspot.com.br/2012/11/um-outro-outro.html

Edson Marques disse...

"Ressuscitação da Liberdade".

Dei agora um Google dessa expressão que criei e não encontrei nenhuma outra. Vou aproveitá-la para título de alguma coisa. Talvez um livro.

É a vida.

Melhor levantar o corpo físico e fazer um café com água benta. E tomá-lo ali, ao lado do vaso de lírios...

sonia kahawach disse...

Só pra lhe desejar um BOM DIA!
Acordei meio sem palavras. Só muita coisa rolando nessa minha cabeça, mas sem palavras.
Carinhos

Edson Marques disse...

Hoje é 11.11.12. Lembro-me de que é aniversário de um grande amor da minha vida. Uma menina por quem me apaixonei em 2006, profundamente. E certa vez prometi a ela que lhe daria um presente em 11.11.11. Esta é uma das promessas que mais lamento não ter podido cumprir. Talvez fique para 11.11.13 — com dois anos de atraso! Não, não é a Joyce Ann. Por esta eu já estou apaixonado desde 1999, e por quem jamais deixarei de estar apaixonado. Mas, quando me refiro aos muitos amores que tenho, não se espantem: sou múltiplo. Aliás, como poeta, tenho direito a nove musas... No mínimo!
E simultâneas.

É a vida.

Portanto, P., só em 11.11.13!
Compreenda-me.

sonia kahawach disse...

Muito boa a justificativa de multiplicidade em seus amores. Agora é só dar sete passos, jogar pedrinha pra trás e continuar a caminhada com novos e envolventes pensamentos e sentimentos, não é? Joyce Ann se não for um anjo, é um anjo. Carinhos

Edson Marques disse...

O mais interessante, Sonia Kahawach, é que Joyce Ann (mesmo quando morávamos juntos, por quase cinco anos, numa história de amor fantástica e perfeita!) sempre compreendeu que o poeta tem direito a ter outras musas. E ela NUNCA interferiu nos meus outros amores. Nunca! Aliás, sempre os apoiou, enfaticamente... rs!

Flores!

Acabo de falar com minha Mãe por telefone. Ela me disse que na página 140 do livro Solidão a Mil tem palavrinhas que "chocaram" uma das empregadas dela... rs!
Verei quais podem ser.

Agora vou ao fogão. Os Mestres Zen também cozinham. Aliás, num mosteiro zen budista, ninguém chega a ser mestre sem antes passar pela cozinha. Sigo-os neste aspecto. Não em todos, mas neste sim!

sonia k. disse...

Eu já confirmei: ela é um anjo. Mas, com certeza, os semelhantes também se atraem e dá pra viverem grandes lances.
E não digo iguais...só semelhantes...quem sabe um anjo desceu e uniu mais dois.
Bom apetite, mestre Zen. E depois me conte sobre a pág. 140...fiquei curiosa.
Carinhos e dengos.

sonia kahawach disse...

Eu já confirmei: ela é um anjo. Mas, com certeza, os semelhantes também se atraem e dá pra viverem grandes lances.
E não digo iguais...só semelhantes...quem sabe um anjo desceu e uniu mais dois.
Bom apetite, mestre Zen. E depois me conte sobre a pág. 140...fiquei curiosa.
Carinhos e dengos.

11/11/12 15:58