24.7.12

meus oleos veem

A poesia não me cega: me ilumina. Por isso, quando óleo para o meu corpo é como se oleasse a minha própria alma. Uma parte dela — a mais importante... Quando passo as mãos em mim, delicadamente, é como se estivesse refinando uma escultura, cobrindo-a de amor e de ternura. De amêndoas doces perfumadas. Quando me toco — ouço música. Vibrante. Eu, meu alimento!

3 comentários:

Edson Marques disse...

O original, no meu livro Manual da Separação, era assim: Óleo para meu corpo como se oleasse a própria Natureza. Um pedaço dela — o mais importante, certamente. Quando passo as mãos em mim, delicadamente, é como se estivesse refinando uma escultura, cobrindo-a de amor e de ternura. De amêndoas doces perfumadas. Quando me toco — ouço música. Vibrante. Eu, meu alimento!

Mas eu mudei.

Só o que está morto não muda.

http://mude.blogspot.com.br/2012/07/meus-oleos-veem.html

Edson Marques disse...

Estou estudando o Espírito, do ponto de vista da filosofia, da psicologia, da lógica, da religião comparada e, ultimamente, da física. E tenho chegado a conclusões interessantes. Meu atual conceito é que o Espírito envolve o corpo, e não o contrário. E que o espírito é atômico. Molecular. Ou, talvez, algo que chamo (provisoriamente) de constante intratômica.

Não sei. Ainda estou refinando esse conceito. Melhor fazer um café. Com água benta, como sempre.

Patrícia Pinna disse...

Boa tarde, Edson. O alimentar-se é muito importante, é o caminho de bem-estar que precisamos percorrer encontrando a beleza redentora na poesia, que esclarece a alma e os sentidos, que faz vibrar, chorar ou enternecer.

Beijos na alma, e fique na paz!