30.6.12

conceder imortalidade

Houve um tempo em que os meus amores queriam que eu fosse imortal. Suplicavam isso a Deus a todo instante, ajoelhados e contritos, com lágrimas nos olhos. E Deus, ao perceber tamanha sinceridade, atendeu-lhes o pedido, prontamente. Mas acabou exagerando... Tornou-me capaz até de conceder imortalidade a qualquer um dos meus amores. E hoje é isso o que eu mais faço — a todos eles. Deixo todos imortais. Pois todo amor que deixamos no pico se torna imortal.

4 comentários:

Edson Marques disse...

O texto original era assim: "Houve um tempo em que o meu maior desejo era ser imortal. Mas hoje as coisas mudaram tanto, que eu já passei a ter o poder de até mesmo conceder imortalidade a qualquer um dos meus amores."

Mas, hoje, tomando café e ouvindo pássaros, ao lado de alguns lírios que ainda nem brotaram — mudei.

http://mude.blogspot.com.br/2012/06/conceder-imortalidade.html

Edson Marques disse...

Tem gente que acha que amor com amor se apaga... rs!

VIDA E LIBERDADE disse...

Que doçura as tuas palavras....

Amo ler o teu amor...

Você é mesmo o Amor em pessoa!

Beijos, poeta!

Amor com amor se vive!

Edson Marques disse...

O amor imortal é aquele que deixamos no pico.