17.5.12

meu verbo

Minha palavra não tem limites: nem mesmo as regras da gramática me impedem de dizer as verdades que eu questiono. Não há juízo de valor no meu peito enluarado, não há teias de aranha nos meus braços estendidos. Hoje as minhas mãos sonharam — e os meus corações também. Estas coisas que agora digo são feitas de sonho e óleo de amêndoas. Eu me escrevo como se me lesse, delicante, entre flores e ternuras. Sou o feitor absoluto das palavras que me criam e do modo como são lidas. Porém, as melhores leituras que de mim se fazem são as dos teus olhos brilhantes quando me (des) cobrem de amor.

4 comentários:

Edson Marques disse...

Acabo de chegar de SP. Ainda com o perfume delicado do óleo de amêndoas doces que R. derramou em mim...
É a vida.
http://mude.blogspot.com.br/2012/05/meu-verbo.html

VIDA E LIBERDADE disse...

Tudo o que você realiza na vida com satisfação e alegria, com amor e entusiasmo, só te trarão paz e felicidade...Ser ungido com óleo de amêndoas doces por alguém ainda mais doce é o prêmio que merece, por ser uma pessoa livre ,verdadeira e poder sem receios realizar todos os teus desejos e amar...amar....amar....
Seu coração, merece ser feliz ilimitadamente...poeta!

beijos sabor amêndoas...doces!


Lisa

My- Boa Sorte!!! disse...

Que delícia!
Delícia de palavras, de leitura, de acontecimento, de óleo, de perfume, de Você, e de corpo.
Bom diaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!
Bjs bjs!
Myria.

Edson Marques disse...

A escrita é o código da voz. Uma das maiores invenções. A roda da vida faz tudo girar. Quando meio bêbado minha voz realiza sinapses verbais. Minhas ideias escorrem pelas pontas dos dedos. Desenho mundos e flores nos guardanapos do boteco enquanto delícias visitam meu próprio coração. Meu peito entusiasmado, pleno de espírito, quase explode. Escrevo declarações de amor para Deus. O álcool deve ser redondo.

Edson. Escrevi em 18.05.2012. Às 09h27.