22.5.12

espirito da consciencia

O espírito amoroso e excitado da consciência abraça sempre a minha alma e dançam juntos no meu próprio coração. Para que não se possa mais deter minha loucura, nem frente ao juízo em contrário que as paixões sinceras acabam provocando. Minha alegria não precisa nunca mais de recompensa: ela mesma já se paga e abençoa porque existe simplesmente. Afinal, ninguém consegue desfazer o que foi feito — se foi feito com razão e gostosura, com amor e liberdade.

6 comentários:

Edson Marques disse...

O espírito amoroso e excitado da consciência abraça sempre a minha alma e age em mim a todo instante. Para que não se detenha nunca mais minha coragem, nem frente ao juízo em contrário que as paixões às vezes trazem. Minha alegria não precisa nunca mais de recompensa: ela mesma já se paga porque existe simplesmente. Afinal, ninguém consegue desfazer o que foi feito, se foi feito com razão e alegria, com amor e liberdade.

O texto está assim, nesta manhãzinha de café e de lírios. Talvez eu o altere um pouco, mais tarde.
http://mude.blogspot.com.br/2012/05/espirito-da-consciencia.html
É a vida.

maria disse...

Ola...que poema seu eu publiquei????

Eu não publico nada de ninguem sem colocar nome.

Por favor diga qual é o seu poema e eu retiro.

Edson Marques disse...

Maria,

O poema Mude foi publicado no teu blog Cogitar Lusitano, segundo pesquisa do Google já enviada a você hoje por e-mail.

Quase coloquei quatro exclamações... rs!

Quem pesquisa erros de citação nos meus textos (especialmente no poema Mude) é minha assistente Daniela, e sempre deixa recados em meu nome.

Esse tipo de erro acontece muito. Muita gente atribui tal poema a Clarice Lispector, Pedro Bial e Paulo Coelho, entre outros.

Não é preciso que você o retire do teu blog: apenas cite o autor.

Abraços,

Edson Marques disse...

Tomando café, nesta manhã de 23.05.2012. Ouvindo um cachorrinho latir para seu próprio espírito ali na sacada da vizinha. E outros, ao longe, respondendo...
Vou reformular o texto publicado ontem. Mexer nalgumas coisas.
Enquanto os pássaros cantam lá nas árvores.

Edson Marques disse...

Ficou assim:

O espírito amoroso e excitado da consciência abraça sempre a minha alma e dançam juntos no meu próprio coração. Para que não se possa mais deter minha loucura, nem frente ao juízo em contrário que as paixões sinceras acabam provocando. Minha alegria não precisa nunca mais de recompensa: ela mesma já se paga e abençoa porque existe simplesmente. Afinal, ninguém consegue desfazer o que foi feito — se foi feito com razão e gostosura, com amor e liberdade.


Talvez eu mude mais ainda.

Cátia M. Gomes disse...

Simplesmente, simples e ideal. Sincero e jovial, ainda que maduro e original. Gostei.