2.4.12

garrafinha de joyce ann

Ela sempre tinha sede à noite. E eu deixava uma garrafinha dágua ao lado da cama, para quando me pedisse. Ela então tomava de olhos fechados, sonolenta e graciosa. Às vezes babava umas gotinhas que brilhavam nos seus lábios fascinantes. Depois, agradecia sonhando e voltava a se deitar, sussurrando alguma coisa como eu te amo meu amor... Era Joyce Ann — ao meu lado. De dentro.

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