12.4.12

eramos dois

Éramos dois como se fôssemos mais, e éramos tanto como se dois apenas. Então, a porta do meu peito se abriu como um sorriso delicioso que beijava o sol daquela tarde: as dobradiças não rangeram, não havia perfume de coisas antigas, não se crisparam as mãos. E o sorriso da porta cresceu de forma tranquila — e se fez palavra. Naquela tarde não houve sombras na minha espera.

10 comentários:

Reflexo d'Alma disse...

Belo...
tão belo que me cala
Bjins

Geninha disse...

Bonito.

Bjs!

vendedor de ilusão disse...

Meu caro, passei para lhe dizer de que estou também fazendo crônicas literárias no meu blog e, portanto, se for do interesse, terei imenso prazer em divulgar suas obras. Se quiser, entre em contato pelo e-mail: jrviviani@uol.com.br
Um abraço.
http://vendedordeilusao.blogspot.com

Flávia Andrade disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Edson Marques disse...

Comentário removido pela própia Flávia.
Eu, autor do blog Mude, jamais removo comentários.
É só um esclarecimento.

Edson Marques disse...

Faltou um "r".
Própria.

Edson Marques disse...

Obrigado, Catiaho!
Flores...

Edson Marques disse...

Flores, Geninha!

Edson Marques disse...

Irei lá te ver.
Abraços,

VIDA E LIBERDADE disse...

Que palavras lindas, Edson...doces, tranquilas e sutis!!!
Ler você me fascina!

beijos

Lisa