20.11.11

paritosh

Paritosh Keval é para mim o que Louis Lambert foi para Balzac. Mas com um diferencial significativo: enquanto Balzac fez com que Lambert o seguisse, no meu caso é Paritosh quem me guia. Desde que chegou da India, em 1984, esse mestre tântrico tem me levado a lugares impensáveis. Foi com ele que aprendi a saltar profundo... Foi com ele que aprendi a ser mais humano, mais delicado, mais inocente — e mais alegre. Paritosh é tão bom para mim, e me trata de uma forma tão pura, que sou tentado a tratá-lo como a um anjo. Meu anjo da guarda. Ele cuida de mim. Quando não posso ligar para minha Mãe, é ele quem liga em meu lugar. E minha Mãe o adora como a um filho predileto. Em janeiro, ele passou vinte e sete dias ao lado dela. Amando-a — pois ela é sua única Mãe.

Nenhum comentário: