6.5.11

coisas novas

Eu te mostro sempre coisas novas, meu amor. Comigo, você nunca vai se acostumar. Nem haverá tempo: filho do relâmpago, sou passageiro do teu peito, brilho muito e sumo logo. Desapareço tão depressa quanto chego. Não quero te cansar com excesso de presença: só quero mesmo é apurar os teus sentidos — e te jogar carinhosamente no mundo inesquecível dos amores novos.

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